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Briefing realizado pela porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Maria Zakharova, Moscovo, 07 de outubro de 2021

2001-07-10-2021

 Ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Serguei Lavrov, participa em reunião de alto nível dos Não-Alinhados


O Ministro dos Negócios Estrangeiros da Federação da Rússia, Sergei Lavrov, participa, no dia 11 de outubro, na reunião de alto nível do Movimento dos Países Não-Alinhados dedicada ao 60º aniversário da sua fundação, no âmbito da sua visita de trabalho a Belgrado. 

Pela primeira vez, o nosso país pronunciar-se-á no Movimento dos Não-Alinhados na sua nova qualidade de observador que lhe foi concedida em julho deste ano por iniciativa do Presidente da Federação da Rússia, Vladimir Putin. Este passo mostrou claramente a proximidade das posições do nosso país e do Movimento em relação a muitos problemas globais e abre vastas possibilidade para a intensificação de parcerias mutuamente benéficas, inclusive no âmbito das Nações Unidas. 

Durante o evento, Serguei Lavrov pretende ler uma mensagem de saudações do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, o que mostra que a Rússia atribui especial importância às atividades do Movimento dos Não-Alinhados que reúne 120 países e promove os princípios da cooperação interestatal em pé de igualdade. 


Ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Serguei Lavrov, participa em reunião ministerial da Conferência sobre Interação e Medidas de Confiança na Ásia


O Ministro dos Negócios Estrangeiros da Federação da Rússia, Serguei Lavrov, participará, no dia 12 de outubro, na 6ª reunião dos Ministros dos Negócios Estrangeiros dos países membros da Conferência sobre Medidas de Interação e Construção de Confiança na Ásia (CICA em inglês) em Nur-Sultan.

O evento versará sobre as perspetivas de cooperação prática regional e a sua adesão aos esforços de integração multivetorial no espaço eurasiático comum.  

A Rússia sugere criar, no âmbito da Conferência, uma nova área de cooperação: a segurança internacional da informação. 

O nosso país, como um dos coordenadores da dimensão económica da Conferência sobre Interação e Medidas de Confiança na Ásia, tem prontas propostas abrangentes de intensificação dos esforços conjuntos destinados a apoiar as pequenas e médias empresas.

 

Ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Serguei Lavrov, recebe Secretária Executiva da UNECE


O Ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Serguei Lavrov, recebe, no dia 13 de outubro, a Secretária Executiva da Comissão Económica para a Europa das Nações Unidas (UNECE), Olga Algayerova, que estará em Moscovo a participar no Fórum Internacional “Semana Energética Russa”. Na reunião, serão abordados aspetos práticos da nossa cooperação com esta comissão regional da ONU, bem como as atividades da UNECE para o desenvolvimento de projetos nos países da CEI, com apoio de doações e ajuda pericial da Rússia. 


Ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Serguei Lavrov, recebe homólogo angolano 


O Ministro dos Negócios Estrangeiros da Federação da Rússia, Serguei Lavrov, recebe, no dia 13 de outubro, o Ministro das Relações Exteriores de Angola, Téte, que estará em visita de trabalho a Moscovo.

Os dois Ministros pretendem analisar o estado e as perspetivas de intensificação das relações bilaterais multidisciplinares nas áreas política, comercial e económica, humanitária e outras, com base nos objetivos fixados durante as conversações entre os Presidentes da Rússia e de Angola em Moscovo e Sochi em 2019.

As partes trocarão opiniões sobre questões prementes da agenda internacional e regional e dispensarão especial atenção às questões da manutenção da paz, estabilidade e segurança e do combate às ameaças terroristas em África.

 

Ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Serguei Lavrov, participa em reunião do Conselho de Ministros dos Negócios Estrangeiros da CEI


O Ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Serguei Lavrov, participará, no dia 14 de outubro, na reunião do Conselho de Ministros dos Negócios Estrangeiros da Comunidade de Estados Independentes, a realizar em Minsk (este ano, a presidência da CEI é exercida pela Bielorrússia).

Durante a reunião, os ministros trocarão opiniões sobre questões candentes da agenda internacional e da cooperação no âmbito da CEI e discutirão propostas de declarações sobre o 30º aniversário da CEI, sobre o desenvolvimento da cooperação na área da migração e sobre a garantia da segurança biológica a serem submetidas para a apreciação do Conselho de Chefes de Estado da CEI (15 de outubro). Os Ministros aprovarão uma Declaração Conjunta sobre o Reforço da Convenção sobre a Proibição de Armas Biológicas e Toxínicas.

No meio das incessantes tentativas de falsificar a história, os Ministros aprovarão o Regulamento sobre a Associação Internacional (Comissão) de Historiadores e Arquivistas da CEI, cujas principais funções serão avaliar objetiva e imparcialmente os acontecimentos do nosso passado comum, ampliar o acesso aos documentos de arquivo e coordenar as atividades científicas. 

Questões culturais e humanitárias também estarão em foco. Prevê-se ajustar as propostas de resolução para proclamar a cidade de Comrat, na Moldávia, como capital cultural da CEI em 2023 e um plano de ação para realizar, em 2022, um ano da arte popular e do património cultural.


Os Ministros aprovarão um Plano de consultas a diferentes níveis no seio da CEI para 2022.

 

Primeira Comissão da 76ª Sessão da AGNU entra em atividades 

Na semana passada, a Primeira Comissão da 76ª Sessão da Assembleia Geral da ONU iniciou os seus trabalhos com a agenda marcada por questões da manutenção da paz e segurança internacionais. 

Apraz-nos ver que, apesar das difíceis condições provocadas pelas restrições impostas pelos EUA devido à pandemia do coronavírus, os trabalhos decorrem em regime presencial, envolvendo, entre outros, peritos internacionais. Esperamos haver um diálogo competente sobre todos os aspetos do controlo de armas, desarmamento e não-proliferação. Uma prioridade são as medidas práticas para evitar uma corrida aos armamentos no espaço.

A delegação da Federação da Rússia está pronta para uma interação construtiva com os países membros das Nações Unidas, no interesse comum.

 

Fórum Eurasiático da Mulher realiza a sua terceira edição 


Por iniciativa da Presidente do Conselho da Federação (câmara alta do parlamento russo – N. da R.) o Fórum Eurasiático das Mulheres terá a sua terceira edição em São Petersburgo entre os dias 13 e 15 de outubro (a sua primeira edição foi em 2015 e a segunda, em 2018).

Convocado sob os auspícios da Assembleia Interparlamentar dos Estados Membros da CEI e do Conselho da Federação da Assembleia Federal da Federação da Rússia, o Fórum é um importante evento internacional, devendo reunir, este ano, mulheres líderes dos Estados membros da CEI e de outros países do mundo (mais de 100 países), parlamentares, representantes das autoridades executivas, organizações internacionais, comunidade empresarial, quadrantes académicos, organizações sociais e de beneficência, além de destacadas figuras do movimento internacional de mulheres.

O Fórum em causa estabeleceu-se como mecanismo eficaz de interação e diálogo entre as mulheres que influenciam a adoção de decisões sociais, políticas e económicas, contribuindo para o crescente envolvimento dos movimentos de mulheres na resolução dos problemas globais da atualidade. 

O programa da 3ª Edição do Fórum inclui reuniões plenárias, sessões de peritos organizadas por entidades e associações internacionais, painéis de discussão, uma reunião itinerante do “G20 feminino” e vários outros eventos. As principais discussões centrar-se-ão no papel das mulheres na garantia da segurança global, na adoção de novos modelos de crescimento económico e progresso social, na superação dos efeitos negativos da infeção pelo coronavírus, no desenvolvimento do setor de saúde, na consecução do equilíbrio no contexto da digitalização geral e na abordagem dos desafios ambientais e climáticos globais.

O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia está a prestar toda a assistência necessária na preparação deste importante evento internacional e planeia participar ativamente no mesmo.

 

Moscovo acolhe 7º Congresso Mundial de Russos Residentes no Estrangeiro 


O 7º Congresso Mundial de Russos Residentes no Estrangeiros realiza, no dia 15 de outubro, em Moscovo, uma sessão inaugural intitulada "A Rússia e os Compatriotas Russos num Mundo em Mudança". Em seguida, haverá uma discussão plenária "O Mundo Russo e os Desafios da Atualidade”.

O Congresso decorre ao abrigo da Lei Federal № 99-FZ "Da Política de Estado da Federação da Rússia para os Russos Residentes no Estrangeiro”, de 24 de maio de 1999, e com a aprovação do Presidente da Federação da Rússia, nos dias 15 e 16 de outubro de 2021 em Moscovo, devendo reunir cerca de 400 ativistas de comunidades russas de 102 países. A Rússia far-se-á representar por representantes da Assembleia Federal da Federação da Rússia, autoridades executivas, clero e ONG russas.

Entre as prioridades do evento estão uma maior consolidação da comunidade russa no estrangeiro face aos novos desafios, questões da defesa dos seus direitos e interesses legítimos, da preservação da memória histórica comum, do ensino em língua russa no estrangeiro, do desenvolvimento dos meios de comunicação social das comunidades russas e do reforço do papel da juventude. Devido à pandemia, o evento será realizado em regime misto, presencial e remoto, e identificará as principais opções de interação da Rússia com as comunidades russas no estrangeiro para o futuro próximo.

As informações sobre a acreditação dos meios de comunicação social para o Congresso serão brevemente publicadas no sítio web oficial do MNE. 


4ª Edição do Fórum Global de Jovens Diplomatas "Diplomacia da Vitória” arranca em Moscovo 

 

A 4ª Edição do Fórum Global de Jovens Diplomatas "Diplomacia da Vitória", organizado conjuntamente pelo Conselho de Jovens Diplomatas do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Federação da Rússia, a Agência Federal para a Juventude e a Academia Diplomática do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia decorre, entre os dias 13 e 15 de outubro, em Moscovo. Os principais eventos do Fórum são uma sessão plenária, a apresentação da Carta acordada da Associação Internacional de Jovens Diplomatas e uma mesa redonda de jovens profissionais dos Ministérios dos Negócios Estrangeiros da Rússia e da Bielorrússia.

A reunião plenária intitulada "A Grande Vitória sobre o Nazismo: Preservar a Memória e a História, Reforçar o Fundamento de um Futuro Pacífico”, pode contar com a presença de Mikhail Shvydkoy, Vladimir Solovyev, V.V. Kuznetsov e muitas outras figuras públicas proeminentes diretamente vinculadas às atividades internacionais e à política externa russa. As sessões de trabalho terão os seguintes temas: o papel dos meios de comunicação social na cobertura de acontecimentos históricos; o fator de desinformação e notícias falsas nos meios de comunicação social modernos; falsificação da história; os resultados do sistema de relações internacionais "Yalta-Potsdam"; as decisões do Tribunal de Nuremberga como base da política histórica; a nova ordem mundial sob o papel central e coordenador da ONU; desafios e ameaças modernos.

Espera-se que o evento reúna mais de 100 diplomatas estrangeiros. Maiores informações serão publicadas no sítio web do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia.

 

Ponto da situação no Afeganistão


Estamos preocupados com a crescente atividade do grupo terrorista EIIL no Afeganistão. Recentemente, o grupo perpetrou um grande ato terrorista perto de uma mesquita no centro de Cabul, matando 20 civis e ferindo mais de 30 pessoas. O grupo intensificou as suas operações de combate no sul do país, particularmente na província de Zabol. Registamos com particular preocupação as atividades do EIIL na região da Embaixada russa em Cabul, onde cinco elementos deste grupo terrorista foram mortos a 4 de outubro.

Instamos as autoridades afegãs a tomarem medidas adicionais para garantir a segurança da missão diplomática russa e dos cidadãos russos no Afeganistão.

 

Oito funcionários da Missão russa junto da NATO têm acreditação terminada 


O Secretário-Geral da Aliança do Atlântico Norte, Jens Stoltenberg, decidiu pôr termo à acreditação de oito funcionários da Missão Permanente da Rússia junto da NATO em Bruxelas. Fomos oficialmente notificados disto a 6 de outubro. Assim, a partir de 31 de outubro, o pessoal da nossa Missão será reduzido para metade.

Este passo da NATO surpreendeu-nos, mas não foi inesperado. Surpreendeu-nos por ter sido descarado e não ter sido acompanhado de quaisquer explicações. Ao mesmo tempo, os mass media desencadearam uma campanha de difamação, pondo em circulação notícias falsas e desinformação verbalizada pela NATO. Porque isso não foi inesperado para nós? Porque já sofremos reduções substanciais do pessoal em 2015 e 2018. Esta é uma política coerente da NATO. Em breve não restará ninguém em Bruxelas que possa falar devidamente com o Secretariado Internacional da Aliança e com os Estados membros. Aparentemente, é exatamente a meta que a NATO está a tentar alcançar.

Este gesto da Aliança parece absolutamente absurdo no meio das suas declarações sobre a necessidade de ter um diálogo e de retomar as reuniões do Conselho Rússia-NATO. Esta é a verdadeira hipocrisia. Por um lado, declaram a necessidade de interação e exortam a uma cooperação, por outro lado, reduzem o pessoal da nossa Missão Permanente e divulgam notícias falsas e desinformações sem explicar os motivos da sua decisão.

Outra prova de que as declarações da NATO não têm razões de ser. A NATO pediu reiteradas vezes, incluindo recentemente, que enviássemos a Bruxelas um representante permanente para não nos limitarmos a contactos ao nível de representante interino. Em resultado, temos o que temos. A indisponibilidade da NATO para interagir connosco tornou-se definitiva e irrevogavelmente evidente. Teremos isso em conta quando estivermos a elaborar medidas de retaliação que hão de acontecer. 


Sobre a Conferência "Segurança do Mar Báltico até 2035" em Copenhaga


Uma vez mais temos de chamar a atenção para a promoção consistente pelas autoridades dinamarquesas de atitudes anti-russas na construção da cooperação na Região do Mar Báltico.

Durante a Conferência "Segurança do Mar Báltico até 2035" em Copenhaga, em setembro deste ano, Trine Bramsen, Ministra da Defesa da Dinamarca, assinalou que, nos últimos 30 anos, a situação em termos de segurança na Região do Mar Báltico se tinha deteriorado visivelmente. Para ela, isso aconteceu porque a Rússia havia alegadamente optado por um “caminho diferente do da Europa" e “se comporta agressivamente". Como já é hábito, a parte dinamarquesa não apresentou nenhum argumento para apoiar as suas acusações infundadas.

Consideramos as declarações deste tipo como exemplo revelador da distorção deliberada dos factos. Em vez de tentar mais uma vez inventar uma história que não existe, os nossos parceiros dinamarqueses teriam feito melhor se se esforçassem por restaurar a cooperação russo-dinamarquesa praticamente destruída em consequência das suas ações e dessem passos concretos para reforçar a confiança e reduzir o potencial de conflito na Região do Mar Báltico, especialmente face a uma intensificação sem precedentes das atividades da NATO na região.


UEFA apresenta Crimeia como parte da Ucrânia


Temos pena de constatar que as tendências anti-russas chegaram também à UEFA, organização que se compromete a "desenvolver e promover o futebol, excluindo qualquer discriminação religiosa, racial ou política". Mais do que isso, nenhuma organização desportiva tem a competência para qualificar as questões da pertença territorial. Na realidade, como podemos ver, a situação é diferente. 

Vemos por detrás disso as tentativas insistentes de Kiev de usar qualquer fórum ou organização internacional para assinalar uma vez mais que não aceita as realidades existentes e impedir que a Crimeia seja reconhecida como pertencente à Rússia mesmo no mapa. 

A UEFA (uma organização respeitada) não deve deixar-se envolver em ações provocatórias dos oficiais do futebol ucranianos. É óbvio para todos que estas ações são provocatórias. Gostaria de recordar a este respeito um episódio escandaloso da seleção nacional ucraniana no último Euro 2020. Os seus jogadores usavam camisolas com um slogan dos colaboracionistas ucranianos que haviam lutado ao lado da Alemanha nazi. Não devemos permitir que as ideias agressivas, revanchistas e extremistas atinjam os desportos. Pedimos que os dirigentes da UEFA prestem atenção a este facto. 

O que quer que esteja por detrás das "exercícios topográficos" da UEFA, o facto de a Crimeia fazer parte da Federação da Rússia não pode ser alterado por apresentações, nem por declarações ou desenhos nas camisolas da equipa nacional da Ucrânia, nem por quaisquer outras provocações.

Defendemos coerentemente as competições desportivas leais, livres da politização e das tentativas de as utilizar como instrumento de pressão e de concorrência desleal. Os atletas, incluindo os que vivem na Crimeia russa, não devem tornar-se reféns de jogos oportunistas, intrigas ou chantagem.

 

Tula acolhe Fórum dos Diretores dos Museus dos países da OCX 


A Rússia continua a trabalhar com vista à promoção de novas áreas de cooperação na Organização de Cooperação de Xangai. A primeira "cimeira de museus" dos países da OCX organizada pelo Ministério da Cultura da Rússia está hoje a ter lugar na cidade de Tula em regime misto. O evento reúne representantes dos respetivos ministérios e diretores dos principais museus dos países membros da organização e dos países observadores:  Bielorrússia, Irão e Mongólia.

A discussão centra-se no estabelecimento de laços horizontais entre museus, na implementação de projetos conjuntos e na troca de experiências na criação de marcas comerciais de museus. Os participantes pretendem discutir a hipótese de criação de uma aliança museológica no âmbito da OCX.

O evento é unanimemente considerado como elemento importante dos esforços sistemáticos da OCX com vista a reforçar a compreensão mútua entre os povos e a preservação do património cultural e histórico no espaço eurasiático. Estamos confiantes de que o encontro se tornará um bom exemplo de atitude respeitosa e tolerante para com as tradições e valores nacionais uns dos outros e contribuirá para o enriquecimento mútuo das culturas através do desenvolvimento de laços no campo da cultura e da arte.

 

Sobre projetos de exposições russo-francesas


A situação sanitária e epidemiológica difícil e as restrições unilaterais ao desenvolvimento dos contactos russo-franceses impostas por Paris não podem conter o empenho recíproco dos quadrantes culturais dos nossos dois países em ter um diálogo e cooperação ativos. Prova disso são grandes projetos de exposição lançados em Moscovo e Paris. 

Assim, no dia 16 de setembro, nos Museus do Kremlin de Moscovo foi inaugurada uma exposição "França e Rússia". Dez Séculos Juntos". A mostra integra mais de duzentas peças das coleções de museus e estabelecimentos de investigação científica dos dois países que permitem não só olhar para a história secular das relações bilaterais, mas também conhecer os destinos de pessoas notáveis, que exerceram grande influência sobre o seu curso. 

A exposição “Coleção dos Irmãos Morozov – Ícones da Arte Moderna” foi inaugurada em Paris no dia 21 de setembro, no âmbito das “Temporadas Russas na França”. Apresenta mais de duzentas obras de notáveis artistas franceses e russos dos finais do século XIX, princípios do XX, incluindo obras das coleções do Museu de Belas Artes Aleksandr Pushkin, do Hermitage, da Galeria Tretiakov. Vale a pena mencionar que a coleção única de Mikhail e Ivan Morozov deixou a Federação da Rússia pela primeira vez desde a sua criação, o que enfatiza a alta qualidade da cooperação entre a Rússia e a França na área de museus e da cultura em geral. 

Uma exposição-retrospetiva de obras de Ilia Repin intitulada “Pintar a Alma Russa” e inaugurada a 3 de outubro na capital francesa vai tornar-se um evento marcante das “Temporadas Russas”. Este artista de renome, testemunha de profundas mudanças históricas e sociais na Rússia, adorava a França, à qual os diferentes períodos da sua biografia estão ligados. A exposição integra mais de uma centena de quadros, incluindo os das coleções da Galeria Tretiakov, do Museu Estatal Russo, e do Museu de Arte Ateneum, da Finlândia.

 

Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia ganha conta na rede social Odnoklassniki


Como os senhores sabem, o Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia está muito ativo nas redes sociais, informando o público russo e estrangeiro sobre a política externa russa e as posições da Rússia relativamente aos problemas internacionais e regionais candentes, efetuando comunicações em situações de emergência e servindo de fonte adicional de informação útil e interessante. Utilizamos plataformas digitais para este fim.

Compreendemos que as redes sociais estão hoje a atravessar um período de turbulência, se não for de transformação. Isto se deve, em grande medida, à falta de regulamentação internacional e de um quadro jurídico que regulamente as suas atividades como pessoas coletivas estrangeiras e os seus contactos com o país de acolhimento. Há um grande número de questões que requerem soluções urgentes.

Há apenas alguns dias, assistimos ao colapso global de algumas plataformas digitais: os gigantes americanos de TI (Facebook, Instagram, WhatsApp, etc.). Este evento demonstrou claramente ao mundo a complexidade e a fragilidade da arquitetura da informação, construída e monopolizada durante as últimas duas décadas pelas empresas de internet dos EUA. Num instante, milhares de milhões de pessoas ficaram impedidas de aceder à informação em questão. Trata-se não só de utilizadores comuns, mas também de empresas. Esta forma de comunicação que parecia confiável a muitas pessoas deixou de o ser num ápice. 

Esta história tem uma relação direta com o tema da segurança da informação. Salientámo-lo reiteradas vezes e avançámos iniciativas para consolidar os esforços internacionais nesta área. Os monopólios de TI americanos não estão apenas fora do campo jurídico (tanto nacional como internacional), estão a mostrar o seu nível de competência. Não é claro o que é mais assustador. O que aconteceu demonstrou mais uma vez a necessidade urgente de desenvolver e promover um segmento digital nacional relacionado com as tecnologias de informação e comunicação.

Desde 2014, temos vindo a trabalhar na rede social doméstica VKontakte. Em abril deste ano, aderimos ao serviço de hospedagem de vídeo Rutube. Não prevíamos uma falha nas redes sociais estrangeiras, mas preparávamo-nos de antemão. Aparentemente, não foi em vão. Aconteceu que o Ministério dos Negócios Estrangeiros está a juntar-se a mais uma plataforma digital russa.

Tenho o prazer de vos informar que o Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia ganhou uma conta na popular rede social russa Odnoklassniki. Neste momento, a nossa página oficial está a transmitir em direto o presente briefing. Juntem-se a nós! Planeamos publicar na nossa página os nossos materiais, em primeiro lugar o nosso conteúdo de vídeo.

Este ano, a rede Odnoklassniki celebra o seu décimo quinto aniversário. Por esta razão, teve o seu design e a sua interface atualizados e ganhou novas funcionalidades. Nesta fase, temos interesse em trabalhar com elas. Penso que a nossa participação será um elemento marcante do seu aniversário. Faremos o nosso melhor para apoiar o produtor nacional de TI.

Esta rede social está entre os líderes não só na Rússia, mas também em todo o espaço pós-soviético. A sua audiência global total é de 70 milhões de pessoas. Um fator importante para nós é que a rede Odnoklassniki é utilizada por centenas de milhares dos nossos compatriotas em muitos países não-CEI (Israel, Alemanha, EUA, etc.). A partir de agora, será mais cómodo receber as nossas notícias e informações. Acreditamos que este passo contribuirá também para o desenvolvimento do segmento russo da internet e a afirmação de uma nova geração de recursos e sítios russos. Isto é realmente importante para nós.

Assinem a nossa conta na rede Odnoklassniki (e não só) e siga online os acontecimentos correntes da política externa russa.

Pergunta: O Secretário da Defesa do Reino Unido, Ben Wallace, disse que Londres iria realizar ciberataques contra os Estados adversários, inclusive contra a Rússia. Como o MNE da Rússia avalia esta ameaça?

Porta-voz Maria Zakharova: Vimos as declarações do Secretário de Defesa do Reino Unido, Ben Wallace, nos media britânicos. Disse, em particular, estar pronto para realizar ditos ataques por computador contra os Estados adversos, entre os quais listou o nosso país também.

Ao longo de muitos anos impõe-se na consciência social dos países membros da NATO, a pretexto de combate às ameaças alegadamente oriundas do nosso país (a Rússia não é a única, mas nós somos mencionados com mais frequência), a necessidade de avolumar os armamentos ofensivos no espaço da informação e no ciberespaço. Apelamos aos nossos oponentes a não ficarem demasiadamente imersos neste jogo e não provocarem a corrida aos armamentos.

Voltamos a sublinhar que a Federação da Rússia se manifesta consequentemente pela recusa da militarização do espaço da informação e pelo uso exclusivamente pacífico das tecnologias de informação e comunicação. É a nossa prioridade.

Temos sugerido repetidas vezes, inclusive aos parceiros britânicos, realizar consultas bilaterais entre peritos, porém a tais contactos construtivos especializados Londres prefere declarações hostis, agressivas, desequilibradas e também ataques infundados contra a Rússia.

Mais uma vez sugerimos trocar a retórica agressiva pela cooperação em todo o leque de questões relativas à garantia da segurança informática internacional.

Pergunta: Como a senhora comentaria informações sobre uma démarche que abrangeu 45 países, entre os quais os EUA, na 98a sessão da Organização para a Proibição das Armas Químicas (OPAQ), em Haia, dedicada à situação em torno do “envenenamento” de Alexei Navalny, do qual as autoridades russas são acusadas?

Porta-voz Maria Zakharova: Vejamos estes 45 Estados. O núcleo é composto pelos mesmos países que levam fardo da famosa “solidariedade” da NATO e da UE. Todos conhecemos bem esta “solidariedade” e os modos de “impô-la”. Aderiram-se a eles os Estados que não veem nenhum futuro para si sem a obediência direta a estes dois grupos intergovernamentais, que tentam garantir o predomínio político-militar, financeiro e económico nos assuntos internacionais para esse conjunto transatlântico de Washington e dos grandes países da Europa. O papel chave nisso destina-se os EUA. Foram eles próprios que o destinaram para si.

Gostaria de sublinhar que a história com o presumido envenenamento de Alexei Navalny por uma “arma química russa” é rica em contradições, desinformação, momentos escuros, incertos, insinuações a nível político mais alto e mentira descarada por parte do Ocidente. A campanha político-mediática em torno do estado de Alexei Navalny, que prossegue a partir de 20 de agosto de 2020, as metamorfoses e os acontecimentos vêm sempre confirmar que isso é uma provocação planeada de maneira primitiva e levada a cabo de maneira brutal pelos serviços especiais dos países do Ocidente. Envolveu um complô visando interferir nos assuntos internos da Federação da Rússia, inclusive no contexto das eleições legislativas que decorreram no nosso país em setembro deste ano. É bem notável que a démarche supramencionada tinha sido documentada pela representação permanente do Reino Unido na OPAQ.

Convém lembrar: foi este país que inspirou o “caso Skripal”, condicionado claramente pelo vetor russófobo, antirrusso da política de Londres.

A nossa resposta a esta nova ofensiva antirrussa não vai tardar. Gostaria de recordar que as numerosas solicitações russas (e a cada vez, o seu número está a crescer) enviadas aos participantes mais ativos deste “complô”, na pessoa, principalmente, de Berlim, Paris, Estocolmo e a direção do Secretariado Técnico da OPAQ já foram enviadas pela Promotoria Geral da Federação da Rússia no âmbito de auxílio jurídico conforme a Convenção Europeia de 1959 e pelo MNE da Rússia conforme o artigo IX da OPAQ. As respostas ainda não chegaram. Nós temos uma data de perguntas a fazer e, aliás, vão surgindo novas, além daquelas que foram atendidas. Para que precisamos de receber respostas? Respostas são necessárias para terminar a investigação prévia que o Ministério do Interior da Rússia está a conduzir já por mais de um ano, no intuito de detetar o crime possível naquilo que aconteceu a Alexei Navalny em agosto do ano passado para a consideração devida desta questão conforme a legislação russa.

Neste contexto, a nossa tarefa principal é obter a resposta à pergunta talvez essencial: quando e em que circunstâncias apareceram, fora da Federação da Rússia, no material biológico de Alexei Navalny vestígios da substância alegadamente descoberta pelos químicos militares da Alemanha, alguns especialistas dos laboratórios da França e da Suécia e dois laboratórios especializados, alegadamente indicados pelo Secretariado Técnico da OPAQ e cuja nacionalidade é protegida minuciosamente pelo Secretariado Técnico e pelos respetivos países. Simplesmente não dizem nada a esse respeito, não confirmam, nem negam em público o que são esses laboratórios. Compreendemos que se trata de países que fazem parte da comunidade euro-atlântica, tão preocupada pela situação em torno de Alexei Navalny.

A nossa resposta e documentos respetivos serão divulgados dentro em breve na secção aberta do site oficial da OPAQ.

Pergunta: Gostaria que a senhora comentasse a recente entrevista do Embaixador da Lituânia na Rússia, Eitvydas Bajarūnas, ao canal lituano LRT, em que ele afirmou que muitos russos estavam a fugir da Rússia por motivos políticos nos últimos anos?

Porta-voz Maria Zakharova: Penso que este é o maior erro dos nossos parceiros ocidentais. Não conseguem ver os seus problemas próprios, às vezes fazendo-os passar por problemas alheios ou impondo respostas às perguntas que ninguém tinha feito para saber a sua opinião. Este é o caso.

Quanto à passagem linguística do Embaixador da Lituânia na Rússia, seria bom que contasse mais da situação neste maravilhoso país que representa. Vou lembrar: quase um milhão de cidadãos lituanos emigraram no decurso dos últimos 30 anos, ou seja, um terço da população. Por isso, este Estado tem muitas coisas a fazer.

Pergunta: Além disso, o Embaixador da Lituânia na Rússia comentou a reunião dos Ministros do Interior, em que se discutiu a situação na fronteira entre a Lituânia e a Bielorrússia. Apelidaram isso, entre outras coisas, de um “ataque híbrido” empreendido pelo governo da Bielorrússia. A Lituânia apelou a rever a política migratória da UE.

Porta-voz Maria Zakharova: Se a Lituânia, sendo um país membro da UE, apelou à União Europeia a rever a sua política migratória, mais valeria a pena pedir um comentário à Representação Permanente na UE. O facto de o problema da migração no espaço da União Europeia ser lastimável e se aproximar de um ponto crítico, é um desafio importante a todo o continente europeu, e não só europeu – constatávamos isso muitas vezes.

Se esta polémica começou dentro da União Europeia, só posso aplaudir. O essencial é que siga na direção construtiva, pragmática e de bom-senso, respeitando a realidade atual e a fonte de todos os problemas que muitos países membros da UE tinham criado nas relações internacionais. Foram eles que provocaram a seguir esta crise migratória.

Falando dos problemas na área de migração, de deslocamento dos povos, os nossos parceiros ocidentais ficam a esquecer as suas causas. Não se lembram, e talvez se recusem a lembrar que foram eles próprios uma fonte direta ou indireta de tais problemas globais. E sem a compreensão das causas primárias, sem uma análise de erros e sem a sua devida correção é impossível avançar nem no sentido de superação destes problemas, nem no sentido da sua prevenção.

Pergunta: Na semana passada, o MNE da Rússia apelou a Dushanbe e Cabul a buscarem opções mutuamente aceitáveis de resolver o conflito. Mas o problema continua pendente até hoje. Qual é a postura da Rússia nesta questão? A Rússia vai apoiar o Tajiquistão caso o conflito continue?

Porta-voz Maria Zakharova: Partimos da premissa de que o Movimento Talibã se esforce por cumprir as suas garantias anunciadas e assumidas, inclusive a de fazer com que nada venha ameaçar os terceiros países desde o Afeganistão. Os países vizinhos, sem dúvida.

Continuamos a usar os nossos contactos com o Movimento Talibã para promover consequentemente a ideia de formar no Afeganistão um governo inclusivo, que reflita os interesses de todas as forças etnopolíticas do país, e também de levar a cabo uma política responsável, civilizada a respeito dos atores externos e da população civil do seu próprio país.

A situação no Afeganistão e na fronteira tajique-afegã está no foco da nossa atenção. Moscovo e Dushanbe mantêm contactos intensos através dos Ministérios da Defesa, serviços fronteiriços e missões diplomáticas.

Continuamos a cooperação que visa reforçar a capacidade defensiva do Tajiquistão, do seu serviço fronteiriço, levando em conta todas as necessidades operacionais.

A base militar russa n.º 201 é munida de todo o equipamento necessário para apoiar o governo da República no caso da situação escalar.

Se for necessário, serão tomadas medidas mais decididas conforme os princípios da cooperação russo-tajique e da parceria estratégica. Algo que as autoridades russas têm divulgado muitas vezes.

Pergunta: O Ministro Serguei Lavrov reuniu-se com o Ministro dos Negócios Estrangeiros da República do Irão. Em particular, a julgar pelos comunicados do MNE, discutiu-se a retomada das negociações sobre o “acordo nuclear” que os EUA abandonaram unilateralmente, ao qual tencionam voltar, mantendo negociações com o Irão. Seria certo acreditar que a Conferência de Exame do Tratado de Não Proliferação das Armas Nucleares (TNP), prevista a se realizar em 2022 na ONU, seja um limite para terminar este processo das negociações entre os EUA e o Irão e reanimar o “acordo”?

Porta-voz Maria Zakharova: Não vemos uma ligação alguma entre a Conferência de Exame do TNP de 2022 e os esforços multilaterais virados para a retomada do cumprimento pleno e abrangente do Plano de Ação Conjunto Global de solução da situação em torno do programa nuclear iraniano (JCPOA), chamado frequentemente de “acordo nuclear”.

Como é sabido, as consultas intensas entre os países participantes do JCPOA, inclusive o Irão, e os representantes dos EUA visavam garantir o cumprimento rigoroso por Washington das cláusulas da Resolução 2231 do CS da ONU e o “degelo” pelo Irão das suas obrigações, que ficaram suspensas em resposta às violações norte-americanas. Estas consultas decorriam de abril a junho. Agora, a pergunta é se este processo continua.

Quanto às previsões acerca da duração das negociações, da sua periodicidade e continuidade, é uma coisa difícil de prever.  Há muito trabalho a fazer que deve visar aproximação das abordagens. Partimos da premissa de que uma via mais curta e mais eficiente que leve ao “relançamento” pleno do JCPOA (esperamos que assim seja) passa através do cumprimento rigoroso das suas cláusulas por todas as partes com base no equilíbrio dos interesses inicialmente comprovado sem “adições” e exceções. Estes assuntos foram discutidos em pormenor no decurso das negociações entre os Ministros dos Negócios Estrangeiros da Rússia e do Irão, Serguei Lavrov e Hossein Amir Abdollahian, respetivamente, ocorridas em Moscovo a 6 de outubro.

Observamos que todas as partes envolvidas pretendem forçar a aprovação de um esquema de reanimação do JCPOA. Esperamos que mais uma ronda possa acontecer num futuro próximo e que os desenvolvimentos existentes sirvam do ponto de partida e de base segura para acordos que, esperamos, sejam alcançados a curto prazo. 

Pergunta: Na conferência de imprensa após as negociações em Moscovo, o Ministro iraniano disse que o seu país notava uma tendência de mudança da situação geopolítica na Transcaucásia e de alteração de fronteiras. Moscovo concorda com estas avaliações do seu parceiro?

Porta-voz Maria Zakharova: Quero lembrar que o MNE do Irão tem um porta-voz próprio. É melhor pedir comentários sobre as suas declarações lá. Compreendo que a senhora pergunta sobre a posição de Moscovo a respeito desta declaração. Nós partimos do caráter prioritário da tarefa de garantir a estabilidade geopolítica e a segurança no Sul do Cáucaso. O nosso país está a realizar uma política multilateral neste sentido, inclusive através do diálogo com todos os atores regionais.

Ontem, os Ministros dos Negócios Estrangeiros da Rússia e do Irão discutiram a iniciativa de criar o formato “três mais três”: três países da Transcaucásia e três vizinhos “grandes”: a Rússia, o Irão e a Turquia. Os amigos iranianos veem esta iniciativa com bons olhos. O Ministro Serguei Lavrov referiu-se a isso na conferência de imprensa.

Pergunta: A situação na Síria foi um dos temas das negociações em Sochi entre os Presidentes da Rússia e da Turquia. Como a Rússia avalia o grau de lealdade da Turquia às suas obrigações sobre a Síria depois desta reunião ao mais alto nível? Em que medida Ancara ouviu as preocupações de Moscovo pela situação que se cria nas zonas não controladas por Damasco?

Porta-voz Maria Zakharova: A Síria é um tema tradicionalmente central do diálogo entre a Rússia e a Turquia no âmbito dos problemas internacionais, inclusive aos níveis alto e o mais alto. Trata-se, em particular, do Nordeste do país e da província de Idlib. Os nossos países são participantes e iniciantes do formato Astana. Tencionamos, juntamente com os nossos parceiros, continuar a contribuir para a promoção do processo político na Síria com base na Resolução 2254 do CS da ONU. Tem sido necessário um apoio contínuo e consequente às atividades do Comité Constitucional, inclusive no âmbito dos preparativos da sexta sessão da sua Comissão de Redação.

A parte russa parte da importância de prestar ajuda humanitária a todos os sírios sem exceção, em pleno acordo com as autoridades oficiais da Síria. E é impossível neste sentido ignorar o início de fornecimentos humanitários a Idlib através da linha de contacto, conforme a Resolução 2585 do CS da ONU e as normas do direito humanitário internacional.

Tencionamos continuar a cooperação estreita e bem coordenada com Ancara oficial nas áreas diplomática e militar em prol da normalização da situação em todo o território da Síria.


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